segunda-feira, 23 de maio de 2011

Verdade.

Gostava de te dar imensos motivos para gostares de mim.
Acontece que há dias em que nem eu os encontro.

29 comentários:

L'Enfant Terrible disse...

Os motivos não se dão, são os outros que têm de os descobrir!

PS:Tens ali um "r" a mais no "te"!

Dança dos Dias disse...

Obrigada, Enfant, já desfiz a gralha! =)

Eu próprio... disse...

Apetece-me dizer que essa gostava eu de ter escrito...

Dança dos Dias disse...

Um dia trocamos: tu ficas com os direitos de autor, eu fico com a tal árvore e não se fala mais no assunto.

Eu próprio... disse...

Então e os direitos de autor daquela que disseste que gostavas tu de ter tirado? Não aceito árvores em troca...

Dança dos Dias disse...

Ahaha
Mas, se bem me lembro, NUNCA disse que queria direitos de autor dessa fotografia.
Foda-se, tu também não disseste que os querias em relação ao que eu escrevi.

Pronto, não temos negócio.
Agora, só se me ofereceres o menino-jesus-nas-palhinhas-deitado, em carne e osso, que eu não aceito imitações em barro ou outra merda qualquer!

Eu próprio... disse...

Presépios com figuras vivas sei que fazem numa qualquer localidade deste país mas não me lembro onde...
É simples...direitos de autor fazemos troca direta, a árvore troco por uma bugiganga qualquer...acho que já reparaste que não sou mesmo nada exigente ;-)

Dança dos Dias disse...

Pois, eu também não sou nada exigente...
Ou é como eu quero, ou não é!

Eu próprio... disse...

Ah pronto...estou a ver que negócios é mesmo contigo...negócios e tudo o resto.
Eu tenho o mau hábito de às vezes aceitar o cinzento, apesar de preferir o preto ou o branco...

Dança dos Dias disse...

Tudo o resto?
Eu cá não sou de restos.
E, por acaso, não gosto mesmo de cinzento, não senhor!

Eu próprio... disse...

Foda-se...de restos não és mas do contra bastante.

Já tive amigos assim...tenho saudades deles. Há mesmo alturas na vida em que o ombro amigo não serve mesmo para nada e nada melhor do que uma chapada no focinho ou um pontapé nos tomates.

Dança dos Dias disse...

Eu gosto de dar chapadas no focinho das outras pessoas. Pontapés nos tomates, também.
Tem que ser. Parece que as pessoas gostam é de "levar na boca" e o tempo é demasiado precioso para perder-se com pessoas que não nos fazem sentir bem.
Agora lembro-me, em tempos, tive uma amiga que provavelmente se encontrava numa situação mais delicada que a tua, não sei. A situação não veio ter com ela. Ela é que escolheu manter-se nela e passava o tempo quase todo de rastos. Melhor dizendo, viva entre a alegria desmedida das promessas e a profunda tristeza do não cumprimento das mesmas.
E podes crer, eu passava a vida a dar-lhe no focinho. Mas só porque gostava demasiado dela.

Eu próprio... disse...

Pronto...é isso mesmo. Vou-te pedir para me dares umas chapadas virtualmente. Pontapés nos tomates não que um dia ainda posso voltar a querer ter filhos e depois posso não conseguir...

Dança dos Dias disse...

É mais fácil as pessoas manterem-se presas a uma relação do passado, porque já conhecem o que está do outro lado.
A descoberta de outras pessoas pode ser tão assustadora quanto gratificante.
Tens que me "enviar" a situação em que te encontras para poder fazer o diagnóstico da coisa e ver quantas chapadas te hei-de dar.

Eu próprio... disse...

Ui...não é fácil de explicar e calculo que também seja de diagnosticar. Acho que para isto não chegará uma consulta mas várias.
Antes de perceberes o que se passou terás que perceber como eu sou e isso não é mesmo tarefa fácil...
Se gostares de desafios é outra coisa...

Dança dos Dias disse...

De acordo, eu vou-te lendo e tirando apontamentos.
Obviamente, meu caro, as consultas ficar-lhe-ão mais caras.

Eu próprio... disse...

Está visto que a árvore de natal e o presépio não chega para pagar...
E é complicado marcar consulta? Ou a agenda está sempre preenchida?

Dança dos Dias disse...

Caríssimo, tem que ver a data e a hora que mais lhe convém.
Depois logo lhe digo.

Eu próprio... disse...

A minha agenda não anda muito preenchida.
A Sra. Dra. que veja quando pode.

Dança dos Dias disse...

Pode ser pelas 14h30m de hoje, visto o seu caso ser de extrema urgência.
Acabaram de desmarcar a consulta das 14h30m. Telefonou a dizer que ia mandar-se da 25 de Abril abaixo, creio que, sendo assim, já não deve vir.

Eu próprio... disse...

Parece-me bem...por mim pode ser.
Mas para todos os efeitos vou marcar viagem para Lisboa para mais tarde...se é esse o efeito que provocas nos teus pacientes...

Dança dos Dias disse...

Concordo. Decisão inteligente.
Digo sempre que deviam recear-me mas nem sempre me levam a sério.

Eu próprio... disse...

Eu levo não se preocupe...já estou na sala de espera

Dança dos Dias disse...

Cof cof
Eu próprio, pode entrar, faça favor.
Pode sentar-se. Quer alguma coisa? Um café, uns lencinhos de papel, oh, não vai chorar, pois não?
Vá, conte-me lá o que se passa...

Eu próprio... disse...

Não sei Dra. se os estalos forem muito fortes e se me magoarem posso chorar...mas vou tentar que não.
Mas...isto é assim? Com a porta aberta? Com os outros pacientes a ouvirem?

Dança dos Dias disse...

Vamos lá, homem! Isto não custa nada! A partir dos dez já não sente nada, prometo.
Um estalo é como uma carícia, só que a alta velocidade.
E não se preocupe que ninguém ouve nada.

Eu próprio... disse...

Aquela outra sala era mais confortável...mais reservada.
Isto é uma consulta de psicologia ou um encontro das pessoas-com-problemas anónimos??

Dança dos Dias disse...

Isto é o nome que quiser dar-lhe.
A outra sala é reservada para pessoas com problemas gravíssimos.
É o seu caso?
Se for, vá andando.

Eu próprio... disse...

Como é que se medem problemas? Se me arranjar uma escala ou um aparelho eu posso medir.
Não sendo assim, e sendo a minha vida, é evidente que é muito grave! Não tenho mais nenhuma :-)