segunda-feira, 16 de maio de 2011

Juro pela minha saúdinha, ou como eu gosto tanto mas tanto da blogosfera, capítulo I.

Um dia destes, encontrei um blogue escrito por um gajo. Até aqui, nada de extraordinário. Li de forma rápida umas quantas linhas. Que gajo sério, pá, pensei. Não existisse uma série de factores incontornáveis que neste momento fazem de mim uma gaja séria, pouco dada a rituais de acasalamento com estranhos, sorrisos malandros no trânsito, pestanejares de lolita inocente, ainda me metia com o gajo. 
Aquilo parecia muita fruta. Bom de mais para ser verdade. E eu nem gosto de fruta mas, em verdade vos digo, se o gajo para além deste cérebro, tivesse os tomates no sítio, se soubesse foder uma gaja como deve ser, sim, que isto de se saber foder uma gaja não é para todos e todas as mulheres gostam de homens que as saibam foder, se ainda por cima fosse jeitosinho, se, acima de tudo e como já referi, não existisse a tal série de factores incontornáveis que neste momento fazem de mim uma gaja séria, pouco dada a rituais de acasalamento com estranhos, olhares malandros no trânsito, pestanejares de lolita inocente, fazia o sacrifício.


Claro, depois desta pequena loucura que deve ter durado uns quinze minutos, a coisa passou.
O fenómeno parece bom de mais para ser verdade veio a explicar-se nesse mesmo instante.
Descobri que afinal o autor da personagem era um gajo com quem namorei.

3 comentários:

L'Enfant Terrible disse...

Dir-se-ia que por mais voltas que dês, das sempre de caras com o mesmo!

Observador disse...

:D:D:D

Dança dos Dias disse...

Nada disso. Há pessoas que só nos passam na vida uma única vez.